13 de maio de 2016

III Curso de Inverno em Fisiopatologia e Análises Clínicas

13 de maio de 2016

O Curso de Inverno em Fisiopatologia e Análises Clínicas será realizado nos dias 25 a 29 de julho de 2016, dentro das dependências da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo – Campus Capital, localizada na Av. Prof. Lineu Prestes, 580 – Cidade Universitária, Auditório verde do Bloco 13A.

Promovido pelo programa de Pós-Graduação em Farmácia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP, tem como objetivo promover a extensão universitária para alunos de graduação, com o intuito de estimular o interesse científico. Além disso, o curso favorecerá a divulgação das diferentes linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação com aulas realizadas em período integral, divididas em duas partes:

● Teóricas: onde serão ministradas palestras sobre temas relacionados às linhas de pesquisa do Programa de Pós-graduação em Análises Clínicas.

Práticas: onde os alunos terão a oportunidade de conhecer os laboratórios referentes a cada atividade.


Estão disponíveis 40 vagas para alunos de graduação em Biologia, Biomedicina, Farmácia, Medicina, Química e áreas afins, de diversas universidades do país.

Site do evento:

Para se inscrever, o candidato deve fazer o download da ficha de inscrição no site do evento, preencher todos os campos e enviá-la com os documentos obrigatórios para o email: cursodeinverno.ac.fcf.usp@gmail.com. O período de inscrições vai até o dia 30 de maio de 2016.

Os documentos obrigatórios para inscrição são RG e CPF digitalizados (não será aceito CNH), ficha de inscrição preenchida, histórico escolar e currículo, abordando as atividades já desenvolvidas pelo candidato (monitoria, estágio em laboratório, iniciação científica e participação em congressos/cursos).

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11 de maio de 2016

XIII Curso de Inverno de Farmacologia

11 de maio de 2016

A décima terceira edição do Curso de Inverno de Farmacologia, organizada pelos alunos do Programa de Pós-graduação em Farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), será realizada de 24 a 30 de julho de 2016, em Florianópolis.


Visando a formação e capacitação de alunos que tenham interesse no desenvolvimento da pesquisa científica, o curso tem como objetivo instigar alunos para a iniciação à ciência, estimulá-los a ingressar em cursos de pós-graduação, proporcionar a oportunidade para alunos da graduação de conhecer os laboratórios de pesquisa do departamento e incentivar os alunos do curso de inverno a integrar o quadro de pós-graduandos.

Poderão participar da seleção alunos de graduação (que já tenham cursado a disciplina de fisiologia humana) e todos os formados em áreas de Ciências Farmacêuticas, Ciências Biológicas e afins (com até três anos de formado, tendo como referência o último dia de inscrição).

As inscrições irão até o dia 18 de maio de 2016 e os requisitos necessários podem ser visualizados no edital do curso (clique aqui para ler). Todos os documentos e informações devem ser enviados para o e-mail da comissão organizadora: cursodeinvernoufsc@gmail.com. O resultado final da seleção será publicado no dia 30 de maio de 2016 na página do curso:


O evento é oferecido para um máximo de 30 alunos e terá seu conteúdo em forma de aulas teóricas, práticas, discussões de problemas e atividades em grupo. Para os alunos selecionados, será cobrado uma taxa de inscrição de R$ 95,00 referente ao custo com o material.
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10 de maio de 2016

Seminário sobre células-tronco com Alexander Birbrair

10 de maio de 2016

No próximo dia 18 de maio, o Departamento de Patologia Geral e o Programa de Pós-graduação em Patologia da Universidade Federal de Minas Gerais convidam biomédicos e demais interessados para o seminário: "Células-tronco na encruzilhada entre a doença e a regeneração tecidual", com a presença do biomédico Alexander Birbrair (Ruth L. and David S. Gottesman Institute for Stem Cell and Regenerative Medicine).


O seminário acontecerá dia 18 de maio de 2016 no auditório 3 do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, com início às 14h00. Participe!
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9 de maio de 2016

O retorno do biomédico Alexander Birbrair ao Brasil

9 de maio de 2016

O crescimento na carreira do biomédico Alexander Birbrair nos Estados Unidos é indiscutível, não só pelos objetivos conquistados, mas pelos prêmios ganhos nesse período. Então por que retornar ao Brasil em plena época de "crise"? Descubra o que pesou na decisão de Birbrair em abdicar de sua vida profissional em um prestigiado hospital de Nova York para voltar ao seu país natal.

"Por mais estranho que pareça, voltar foi uma decisão bastante fácil e lógica para mim", afirma o biomédico. Apesar da realização profissional no exterior, seus prêmios (seu artigo foi capa da revista Science em janeiro de 2016) e da posse do greencard (sua esposa tem cidadania americana), Birbrair crê que pode ser muito mais prazeroso e recompensador se tais conquistas forem pelo Brasil.


"Da mesma forma que escolhi a biomedicina ao invés da medicina, escolhi fazer ciência no Brasil em vez de continuar nos Estados Unidos. Pode não parecer uma opção muito atrativa para alguns, mas eu espero poder mostrar o contrário. Muitas pessoas com as quais conversei prefeririam ficar aqui, e não concordam com a minha decisão de retornar ao Brasil."

O biomédico cita a ciência brasileira como uma das mais promissoras e acredita que pode ajudar a fortalecer esse quadro seguindo os passos de grandes cientistas que fazem ciência de altíssima qualidade no país. No Brasil, ele também terá a oportunidade se conciliar a vida de pesquisador com a de professor universitário, um dos sonhos de Birbrair. A nova fase da carreira auxiliará o crescimento profissional, pois "quanto mais o professor ensina, mais ele aprende e mais se aprofunda em seu próprio conhecimento", conta. Outro fator que o fez pensar muito na transferência foi a distância da família, que segundo ele, pode fortalecer ou enfraquecer um profissional emocionalmente.

A diferença de investimento na ciência entre os Estados Unidos e Brasil ainda é uma barreira e certamente será sentida em seu retorno. Para minimizar os efeitos, ele pretende manter todos os seus contatos do exterior a fim de aumentar a oferta de reagentes e equipamentos que necessite em suas pesquisas. Além disso, o intercâmbio entre seu laboratório brasileiro e outros estrangeiros já é quase certo, o que permitirá uma troca ativa de conhecimento.

Pensando no futuro, Birbrair busca fazer novos contatos e colaborações produtivas com instituições de ensino e pesquisadores brasileiros. A parceria entre empresas e universidades é bem comum e forte nos Estados Unidos, e ele deseja que se torne uma realidade cada vez mais presente em solo brasileiro.


Assim, o biomédico Alexander Birbrair deve transferir todas as suas pesquisas para a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) dentro de alguns meses. Empolgado e com muita energia para iniciar o novo projeto, ele planeja montar um grupo forte e buscar pessoas com potencial e motivação para avançarem na sua linha de pesquisa. Os principais temas estudados serão:

● Estudo do microambiente celular do tumor, principalmente em tumores de próstata e mama.
● Estudo das funções do sistema nervoso periférico (autônomo e sensorial) afetando o funcionamento de células-tronco, como também de outros tipos celulares.
● Estudo da função dos pericitos e de células-tronco em diversos processos patológicos das doenças tropicais, como doença de Chagas, Leishmaniose, entre outras.
● Estudo da biologia das células tronco de diversos tecidos, incluindo o sistema nervoso central.
● Transplantes de células, tecidos e órgãos.

Os candidatos ao futuro grupo de pesquisa devem ter experiência com biologia celular ou áreas afins, serem capazes de fazer parte de uma equipe multidisciplinar, pensarem criticamente e de forma independente e dominarem o inglês. Além de todas essas qualificações, os interessados devem enviar o currículo e uma pequena declaração descrevendo suas metas profissionais para o e-mail: birbrairlab@gmail.com.

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6 de maio de 2016

Reprogramação de células da pele para produzir óvulos e espermatozoides

6 de maio de 2016

Após cinco anos de estudo, a pesquisa que conseguiu identificar marcadores compatíveis com as células germinais (óvulos e espermatozoides) foi publicada na revista Scientific Reports, do conceituado grupo Nature. Desenvolvida pela Fundação IVI em colaboração com a Universidade de Standford, seus resultados podem criar alternativas para casos de pessoas que não podem produzir seus próprios gametas.


A pesquisa faz parte de um projeto a longo prazo, inspirada no princípio de reprogramação celular que deu o prêmio Nobel de Medicina em 2012 para John Gurdon e Shinya Yamanaka. Por meio da reprogramação celular direta, os cientistas conseguiram transformar células da pele em precursoras de células germinais.

Para a obtenção de espermatozoides e óvulos a partir da pele, os pesquisadores espanhóis utilizaram a estimulação de um coquetel de genes específicos, desencadeando a transformação de células adultas, com seus cromossomos reduzidos à metade após a meiose, e então se transformando nos marcadores genéticos e epigenéticos próprios das células germinais.

Ainda que recente em humanos, a pesquisa já exibe resultados positivos em camundongos. A comprovação desses resultados promissores constitui um passo importante para a pesquisa com células humanas e para a criação de gametas in vitro para a espécie.

O que queremos é conseguir manipular as células da pele geneticamente para conseguir que uma pessoa que não tem espermatozoides ou óvulos próprios, possa obtê-los para ter filhos geneticamente próprios”, explica a Dra. Genevieve Coelho, diretora da clínica de reprodução humana IVI Salvador, que é parte do grupo responsável pelo estudo.

Sobre o IVI

Com sede em Valência, na Espanha, o Instituto Valenciano de Infertilidade (IVI) iniciou suas atividades em 1990. Possui mais de 50 clínicas em 11 países, incluindo Brasil, e é líder em medicina reprodutiva. O grupo conta com uma Fundação, um programa de Docência e Carreira Universitária.

Artigo original: Medrano, J. V. et al. Human somatic cells subjected to genetic induction with six germ line-related factors display meiotic germ cell-like features. Sci. Rep. 6, 24956; doi: 10.1038/srep24956 (2016).
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27 de abril de 2016

II Simpósio de Bioquímica Clínica

27 de abril de 2016

A Liga Acadêmica de Bioquímica Clínica - LABiC convida estudantes, professores e profissionais da saúde para participarem do II Simpósio de Bioquímica Clínica, que acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de maio de 2016 no Campus Saúde da UNILEÃO - Centro Universitário.

Serão realizados minicursos, palestras e apresentações de trabalhos. As inscrições podem ser realizadas no setor financeiro do campus da UNILEÃO, com o valor de R$ 30,00 para o evento e R$ 10,00 para cada minicurso.


Os trabalhos deverão ser enviados na forma de resumo simples, para a modalidade pôster ou oral. Mais informações estão disponíveis no edital: http://www.leaosampaio.edu.br/noticias/1-ii-simposio-de-bioquimica-clinica.

Para aqueles que não são do Centro Universitário Leão Sampaio e possuem o interesse de participar, devem enviar um e-mail solicitando a participação para: simposiolabicinscricoes@gmail.com. Qualquer outra dúvida, entrar em contado através da página no Facebook: LABiC - Liga Acadêmica de Bioquímica Clínica, onde os minicursos e palestras estão sendo divulgados.
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19 de abril de 2016

Esculturas de vidro sobre Microbiologia

19 de abril de 2016

O escultor Luke Jerram, que vive no Reino Unido, possui projetos de arte extraordinários que inspiram pessoas em todo o mundo. Um destes grandes trabalhos é a série de obras de arte em vidro sobre Microbiologia, que tem sido desenvolvida desde 2004.

Uma das maiores e mais frágeis esculturas de Jerram, a bactéria Escherichia coli (Foto: Luke Jerram).

Sua série está em coleções de museus em todo o mundo, incluindo o Metropolitan Museum of Art (Nova York), Museu Shanghai de vidro, Wellcome Collection (Londres) e Corning Museum of Glass (EUA). Em 2010, Jerram ganhou o cobiçado prêmio Rakow por este trabalho e uma bolsa no Museu de Vidro de Washington. Em 2015, suas esculturas foram apresentadas juntamente com o trabalho de Leonardo da Vinci, no Museu ArtScience de Singapura. As esculturas de Jerram também são respeitadas na comunidade científica, com menções no The Lancet, Scientific American, BMJ e na capa da revista Nature.

A obra mais detalhada, o Bacteriófago T4 (Foto: Luke Jerram).

A série é um reflexo do interesse do artista em como as imagens são representadas e apresentadas ao público. Por ser daltônico, teve o interesse natural em explorar tal forma de percepção. As obras são exibidas regularmente ao redor do mundo e vendidas a colecionadores particulares, entre famosos e cientistas.

Muitas vezes, as imagens de vírus são tiradas em preto e branco de um microscópio eletrônico e então coloridas artificialmente usando o Photoshop. Na maioria dos casos a coloração é para fins científicos, mas em outras, apenas para adicionar conteúdo emocional ou para tornar a imagem mais atraente.

O problema é que você faz com que uma porcentagem do público acredite que os vírus são esses objetos coloridos, retratados nos jornais com um ar de autenticidade científica, ao passo que na verdade não é o caso. Os vírus são tão pequenos que não têm cor. Eles são menores do que o comprimento de onda da luz.

A escultura do vírus Ebola foi encomendada pelo Artis Royal Zoo, de Amsterdã (Foto: Luke Jerram).

Há inclusive uma escultura de vidro de HIV na qual as pessoas podem segurá-la em suas mãos, e contemplar as questões sobre o que esse vírus está fazendo para o mundo. E o mais interessante é a forma de como a imagem de um vírus mudou e se desenvolveu ao longo do tempo, com uma melhor compreensão dos cientistas pelos mais variados detalhes.

Uma curiosidade na obra de Jerram é que no início do surto de H1N1, ele foi diagnosticado com a gripe. A fim de fornecer uma representação alternativa do vírus para o público, o artista esculpiu o vírus, apesar da febre e dos comprimidos de Tamiflu. "Lembro-me que havia uma grande confusão para saber se o vírus iria acabar com um terço da população global" - relata ele.

Confira a galeria completa: Glass Microbiology

Fonte: Glass Microbiology - Luke Jerram.
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