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Academia Brasileira de Ciências terá quatro biomédicos entre seus novos membros

Uma das associações de cientistas mais antigas do país, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) foi fundada em 1916, com o foco de desenvolver a ciência e propor a interação entre os pesquisadores nacionais e internacionais. A entidade, que é independente, não governamental e sem fins lucrativos, atua como sociedade honorífica e recebe contribuições de seus membros, assim como apoio de agências governamentais.


A Academia Brasileira de Ciências possui atualmente mais de 700 membros, entre titulares, afiliados e correspondentes. A categoria de membros afiliados foi criada em 2007, para jovens cientistas. Esses membros, até cinco pesquisadores de excelência, são eleitos anualmente pelos vice-presidentes regionais. Entre os novos membros que serão empossados no ano de 2018, estão quatro biomédicos de três regiões diferentes do país.

Alexander Birbrair 📑
Região de Minas Gerais e Centroeste

Biomédico pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) (2009), com doutorado em Neurociência pela Wake Forest University (2014) e pós-doutorado em Biologia Celular no Albert Einstein School of Medicine (2016), é professor adjunto do Departamento de Patologia do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), atuando no microambiente tecidual e desvendando a função de cada componente celular nos tecidos sob as várias condições fisiológicas e patológicas. Um de seus artigos estampou a capa da revista Science no ano de 2016.

Daniele Barbosa de Almeida Medeiros 📑
Região Norte

Biomédica pela Universidade Federal do Pará (2002), com mestrado em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários pela Universidade Federal do Pará (2004) e doutorado em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários pela Universidade Federal do Pará (2009), atualmente é pesquisadora em saúde pública do Instituto Evandro Chagas.

Marcelo Alves da Silva Mori 📑
Região de São Paulo

Biomédico pela Universidade Federal de São Paulo (2002), com doutorado em Biologia Molecular pela Universidade Federal de São Paulo (2007), estágio no instituto Max-Delbrück for Molecular Medicine (Berlim, Alemanha) e pós-doutorado pela Joslin Diabetes Center/Harvard Medical School (Boston, EUA), foi Professor Adjunto e Pesquisador no Departamento de Biofísica da Universidade Federal de São Paulo, Professor Doutor em Biologia do Envelhecimento no Departamento de Bioquímica e Biologia Tecidual do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas. Atualmente, investiga os mecanismos moleculares associados à Síndrome Metabólica e ao processo de envelhecimento e é chefe do Departamento de Bioquímica e Biologia Tecidual.

Siomar de Castro Soares 📑
Região de Minas Gerais e Centroeste

Biomédico pela Universidade de Uberaba (2006) com formação complementar em Bioinformática (2007), mestrado em Genética pela UFMG (2009), doutorado em Genética pela UFMG e Center for Biotechnology (CeBiTec) da Universität Bielefeld (2013), pós-doutorado em Bioinformática pela UFMG (2014), foi pesquisador sênior bioinformata no Laboratório Oficial Central do Ministério da Pesca e Aquicultura (2014-2015). Atualmente, é Professor do Magistério Superior da Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM, Secretário da regional Sudeste da Sociedade Brasileira de Genética, Coordenador Substituto do curso de graduação em Biomedicina da UFTM e Coordenador Substituto de Desenvolvimento de Pesquisa e Tecnologia da UFTM.


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