O que são plasmídeos?

Plasmídeos são pequenos pedaços circulares de DNA que se replicam independentemente do cromossomo da célula hospedeira, têm importante papel como vetores de clonagem e são amplamente utilizados na biologia molecular. Nos micro-organismos, os plasmídeos têm funções adaptativas, já que podem garantir a sobrevivência de bactérias pela presença de genes de resistência a antibióticos, por exemplo.

Os primeiros plasmídeos utilizados em laboratório foram derivados de plasmídeos naturais encontrados em bactérias. Desde a sua descoberta, pesquisadores adicionaram muitas características aos plasmídeos para adequação a uma variedade de aplicações. Foram projetados para transportar até 10 quilobases de DNA e são facilmente isolados de micro-organismos por métodos laboratoriais.

Embora os plasmídeos se repliquem independentemente do DNA cromossômico, eles dependem de enzimas hospedeiras para catalisar a sua replicação. As DNA polimerases do hospedeiro ligam-se a uma sequência de origem de replica…

Introdução do vírus 4 da dengue preocupa a Saúde

Com a recente introdução do vírus tipo 4 da dengue no estado de São Paulo, a Secretaria Municipal da Saúde está em alerta e a postos para fazer frente a um eventual crescimento no número de casos da doença em Marília.
Segundo a secretaria, a presença desse sorotipo, recém-identificado em São José do Rio Preto, abre possibilidade para a ocorrência de grandes transmissões, uma vez que praticamente toda a população do país é suscetível.
O caso é de uma moradora do município de São José do Rio Preto, a 438 km da capital paulista, que já está curada. A paciente não tinha histórico de viagem recente a outros estados. Amostras de sangue da mulher foram analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz e deram resultado positivo para dengue 4 em exames de prova e contraprova. Até agora, o estado de São Paulo tinha registrado apenas a transmissão dos vírus do tipo 1, 2 e 3.
Neste ano ainda não foi possível identificar o tipo de vírus que circula em Marília, uma vez que existe baixa circulação da doença. “A dificuldade em especificar o tipo de vírus circulante no município é que somente é possível isolá-lo quando o paciente está no período de viremia – primeira semana após o contágio, quando ocorre a febre, as dores e todos os sintomas característicos da doença”, afirma o coordenador da Divisão de Zoonoses da Secretaria Municipal da Saúde, Lupércio Garrido. Até agora, nas cidades da região, identificou-se o vírus tipo 1 como predominante.
A dengue tipo 4 apresenta risco mesmo a pessoas já contaminadas com os vírus 1, 2 ou 3, que são vulneráveis à manifestação alternativa da doença. Complicações podem levar pessoas infectadas ao desenvolvimento de dengue hemorrágica. O sorotipo 4 foi identificado pela primeira vez no Brasil há 28 anos.
É possível desenvolver um quadro grave de dengue com qualquer sorotipo, mas a dengue tipo 4 é preocupante porque grande parte da população está desprotegida em relação a esse sorotipo. E a probabilidade de quadro grave de dengue aumenta se a pessoa for infectada pela segunda ou terceira vez.

Rede Bom Dia

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